sábado, 8 de agosto de 2020

Vinhos em família (CIX) : ainda os brancos

E vão mais 4 brancos bebidos em família em tempo de desconfinamento, com os rótulos à vista e sem a pressão da prova cega. E eles foram:

.Qtª dos Roques Reserva 2015 - com base nas castas Encruzado (80 %), Malvasia, Bical, Cerceal Branco e Gouveio, estagiou parcialmente (apenas a Encruzado) 1 ano em barricas de carvalho francês; nariz austero, alguma evolução, fruta de caroço, equilibrio acidez/gordura, madeira ainda demasiado presente, algum volume e final de boca (12,5 % vol.). Nota 17.

.Casa das Gaeiras Reserva Vinhas Velhas 2016 (Òbidos) - com base na casta Vital; cor palha já com alguma evolução, presença de citrinos e fruta de caroço, equilibrio acidez/gordura, volume apreciável e final de boca persistente. Complexo e gastronómico (13 % vol.). Nota 17,5+.

.Qtª das Cerejeiras Grande Reserva 2017 (Óbidos) - com base nas castas  Chardonnay (50 %), Arinto (40 %) e Vital (10 %), estagiou 8 meses em barricas de carvalho francês e mais 4 em inox; presença de fruta de caroço e algum citrino, acidez acentuada, notas amanteigadas, volume médio e final de boca algo persistente (13 % vol.). Equilibrado e gastronómico. Nota 17,5.

.Mira do Ó Arinto 2017 (Bucelas) - nariz exuberante, muito fresco, cítrico e mineral, acidez no ponto, ligeiramente abaunilhado, algum volume e final de boca longo (13,5 % vol.). Uma boa surpresa vinda de Bucelas. Nota 17,5+.

Sem comentários:

Enviar um comentário