Mais 4 brancos provados descontraidamente em casa, com os rótulos à vista e sem a pressão da prova cega:
.Fundação Oriente Malvasia 2014 - enologia de Jaime Quendera; com base na casta Malvasia de Colares (100 %); fresco e mineral, notas cítricas e salinidade, bom equilibrio acidez/gordura, algum volume e final de boca (13,5 % vol.). Consistente e gastronómico, uma boa surpresa vinda de Colares. Nota 18.
.Qtª do Ameal Escolha 2015 - com base na casta Loureiro (100 %), estagiou 6 meses em barricas usadas de carvalho francês; notas cítricas e florais, acidez fabulosa, algum amanteigado, volume e final de boca assinaláveis (11,5 % vol.). Nota 17,5+.
.Herdade São Miguel Esquecido 2017 (garrafa nº 1980/2500) - com base na casta Arinto estagiou 16 meses em barricas de carvalho francês; notas cítricas e minerais, algum floral, equilibrio acidez/gordura, volume e final de boca médios (13 % vol.). Gastronómico. Nota 17.
.Cozs 2017 (Vinho de Portugal) - Prémio Excelência 2019 da Revista de Vinhos; criado por António Marques da Cruz e Tiago Teles; com base na casta Vital (100 %) na Serra de Montejunto; presença de citrinos e maçã verde, notas minerais e algum verniz, acidez demasiado elevada para o corpo que tem e final de boca longo (12,5 % vol.). É um vinho controverso na onda dos brancos naturais. Ou se ama ou se odeia. Nota 16,5.
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