Mais 3 vinhos provados em casa com os rótulos à vista e sem a pressão da prova cega e, ainda, mais alguns bebidos em espaços de restauração, sem notas de prova.
E eles foram:
1.Provados em casa
.Fundação Oriente Colares Malvasia 2015 - enologia de Jaime Quendera; com base na casta Malvasia de Colares; cítrico e mineral, salinidade e acidez presentes, algum volume e final de boca (12% vol.). Complexidade e originalidade. Nota 17,5.
.Adega Mãe 221 2017 (garrafa nº 2483/2539) - 2 enólogos (Anselmo Mendes e Diogo Lopes), 2 Regiões (Monção/Melgaço e Lisboa) e 1 casta (Alvarinho); "batonnage" durante 9 meses, sob borras finas; cítrico e tropical, alguma fruta de caroço, equilibrio acidez/gordura, volume e final de boca de respeito (12,5 % vol.). Complexo e gastronómico. Nota 18.
.Quinta da Ponte Pedrinha Vinhas Velhas 2015 - enologia de Patricia Carvalho; muita fruta vermelha, alguma acidez, notas especiadas, taninos civilizados, volume e final de boca médios (14 % vol.). Redondo e envolvente. Nota 17.
2.Bebidos em espaços de restauração (todos brancos)
.OM. O Sedutor 2020 (Bairrada) - 17,5
.Quinta Vale de Fornos Reserva 2019 (Tejo) - 17,5
.Beyra 2021 (Beira Interior) - 17
.Planalto Reserva 2021 (Douro) - 17
.Maçanita Reserva 2020 (Douro) - 16,5
.Monte Branco Rafeiro 2015 (Alentejo) - 16,5
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