1.Mais provas
Mais umas tantas cervejas artesanais (e também semi-artesanais) provadas, umas pela 1ª vez e outras em repetição, mantenho a metologia classificativa (de 1 a 5):
.com 4,5+
Dois Corvos Power of Three, com estágio em barricas de Porto e de Whiskey e 10,1 % de álcool
.com 4,5
Dois Corvos Finisterra Imperial Porter, com 8,5 %
1927 Bengal Amber IPA (noutra situação 4)
.com 4+
Dois Corvos Into the Woods Scotch Ale
.com 4
8ª Colina Zé Arnaldo Porter
Nortada Vienna Lager
La Rosa IPA (noutra 3,5)
1927 Munich Dunkel (noutra 4,5)
.com 3,5+
La Rosa Lager (noutra 4)
.com 3,5
Bolina Rajada Pilsner
1927 Bavaria Weiss
.com 3
Nortada Weiss Bier
2.O Livro
Saíu recentemente o livro "Uma Viagem pelo Mundo da Cerveja Artesanal Portuguesa" (edição Casa das Letras), uma louvável iniciativa que se deve a dois carolas deste novo, aliciante e viciante mundo das artesanais:
.Bruno Aquino que, segundo a editora "É o rosto da cerveja artesanal em Portugal e um dos bons embaixadores que temos em eventos no estrangeiro.". É o João Paulo Martins da cerveja, acrescento eu.
.Domingos Quaresma que "Acompanha o movimento cervejeiro artesanal português desde 2005 (...)".
É o escritor, acrescento eu.
A 1ª parte do livro é dedicada à "Cultura da Cerveja Artesanal" (história, escolas e famílias cervejeiras, ingredientes básicos, como fazer e harmonização com a gastronomia).
A 2ª parte "Notas de Prova" (condições ideais para apreciar cervejas e como se avaliam) inclui, ainda, o resultado da prova cega de mais de 150 artesanais, cujo painel contou com os 2 autores e mais 5 provadores de reconhecido mérito.
Daqui resultou o TOP 50 com as respectivas notas de prova e, ainda, uma lista das 15 que gostaram particularmente, independentemente das pontuações obtidas.
A quem quiser saber algo mais que os ingredientes básicos (água, malte, lúpulo e levedura), as escolas (alemã, belga, inglesa e norte americana) e as grandes famílias ALE ( leveduras de alta fermentação, mais complexa e recomendada para gastronomia mais elaborada) e LAGER (leveduras de baixa fermentação, mais parecida com as industriais e indicada para comidas mais leves), recomendo sem qualquer hesitação a leitura deste livro/guia.
No entanto e prevendo que venham a ser publicadas mais edições, apelo a que os autores ponderem publicar algumas informações omitidas nesta 1ª edição e que as viriam a enriquecer:
.uma referência à cerveja IMP5RIO, resultante de uma parceria Letra/Dois Corvos, com 10 % de álcool e uma longevidade de 20 anos (!), caso que penso ser inédito neste mundo cervejeiro
.a inclusão da Quinta La Rosa na lista dos 127 produtores de cerveja artesanal (uma omissão que não se entende, até porque é o único produtor de vinhos que também é produtor cervejeiro)
.incluir as moradas e contactos dos 31 bares e lojas referenciados.
.incluir o grau alcoólico e prazos de validade nas fichas das 65 cervejas seleccionadas.
3.Um jantar cervejeiro
Tomei conhecimento pela leitura da crónica "O Atlântico de Laffan à mesa com cerveja" publicada em 20/6 no blogue "Mesa do Chef", para o qual tenho um link, que a Confraria da Cerveja organizou um jantar, cujas harmonizações dos vários pratos do menu foram feitas com cerveja artesanal, em vez de vinho. Este evento decorreu no restaurante Atlântico do chefe Miguel Laffan, no Monte Estoril.
terça-feira, 2 de julho de 2019
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