Mais 4 vinhos (ainda 2 brancos, ambos das Ilhas, e 2 tintos Douro 2011) provados em família, com os rótulos à vista e sem a pressão da prova cega.
E eles foram:
.Justino's Colombo Verdelho 2017 DOP Madeirense (garrafa nº 812/2600) - enologia de Dina Luis e Juan Teixeira; com base na casta Verdelho, estagiou parcialmente em barricas de carvalho francês; nariz exuberante, presença de citrinos e fruta de caroço, equilibrio acidez/gordura, volume e final de boca de assinalar (13 % vol.). Gastronómico, uma boa surpresa vinda da Madeira. Nota 17,5+.
.Verdelho o Original 2017 I G Açores (garrafa nº 89/4493) - enologia de António Maçanita; 92 pontos no Parker; algo evoluido, presença de citrinos e alguma salinidade, acidez/gordura no ponto, volume e final de boca médios (12 % vol.). Fica a perder com o seu irmão madeirense. Nota 17.
.Qtª do Noval 2011 - com base nas castas Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinto Cão; presença de frutos vermelhos, frescura e acidez no ponto, especiado, taninos elegantes, algum volume e final de boca longo (13,5 % vol.). Harmonioso e sofisticado, a beber nos próximos 5/6 anos. Nota 18,5.
.Dalva Grande Reserva 2011 - com base nas castas Touriga Nacional e Touriga Franca, estagiou 18 meses em barricas de carvalho francês; fruta preta, muita concentração, notas de chocolate preto, alguma acidez, taninos redondos, algum volume e final de boca (14 % vol.). Gastronómico e pujante, está no ponto óptimo de consumo. Nota 18.
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