1.Mais provas
Provadas mais 8 cervejas artesanais e semi-artesanais, em casa e em espaços de restauração, classificadas de 1 a 5. E elas foram:
Com 5
.Letra D Red Ale (Vila Verde) (nota 4,5 noutra situação)
Com 4,5
.Musa Born in the IPA (nota 4 noutra situação)
.1927 Bengal Amber IPA (também 4,5 noutra situação)
Com 4
.Praxis Pilsner (Coimbra)
.OPO 74 Gyroscope IPA (Porto)
.Letra C Oatmeal Stout (Vila Verde)
.1927 Munich Dunkel (também 4 noutra situação)
Com 3,5
.Letra A Blonde Ale (Vila Verde) (nota 4 noutra situação)
2.Hops Beer & Co. - 4 *
Já aqui referido este espaço de restauração que apostou fortemente na cerveja artesanal, no ponto 2. da crónica "À volta da cerveja artesanal (VIII)".
Música alta (baixaram a pedido) e mesas despojadas (só puseram o toalhete e uma bolsa com os talheres e guardanapo de pano, quando me sentei). Tudo de acordo com as regras da DGS.
Além de dezenas de garrafas, este espaço tinha disponíveis 12 torneiras com artesanais à pressão:
.Praxis Pilsner
.Bolina Blonde Ale
.Letra D Red Ale
.Trevo da Caparica Oat Meal Stout
.Musa Frank APA
.Letra F IPA
.8ª Colina Mr. Pickle Sour Gose
.Trevo da Caparica Neipa
.Bolina Brut Ale
.Marzen
.Letra/Mean Sardine Port Barley Wine
.Letra Alvarinho Grape Ale
Um luxo!
Optei pelo menu almoço que custa 10,90 € com direito a prato, bebida e café.
Vieram para a mesa uma entrada (extra menu) de chamuças de rabo de boi (muito boas) e o prato de cevada de camarão (não me convenceu), acompanhados pela cerveja Praxis Pilsner (nota 4), saída de uma das torneiras.
Não vislumbrei nenhum empregado, tendo o serviço sido feito pelo dono.
Estavam 7 pessoas a almoçar (nada mau, neste tempo de desconfinamento).
3.Novos espaços
Em pouco tempo abriram 2 novos espaços ligados a cervejeiras:
a) Escritório Beer & Barber Club (Av. António Augusto de Aguiar, 140)
Representa uma marca de Aveiro da qual não retive o nome.
b) Sacarrabos (Rua da Moeda,1)
Lamentavelmente este espaço, ligado à cervejeira de Sines, estava fechado nas 2 vezes que lá pretendi ir.
Cartão amarelo à Sacarrabos!
terça-feira, 7 de julho de 2020
quinta-feira, 2 de julho de 2020
Junho 2012 : o que se passou aqui há 8 anos
Das 13 crónicas publicadas no decorrer de Junho 2012, destaco estas 4 (cada uma com um link, para satisfazer a curiosidade dos mais interessados):
."João Portugal Ramos e a Blogosfera"
Recordando uma inesquecível visita às instalações do produtor João Portugal Ramos, em Estremoz, com provas orientadas pelo anfitrião e almoço, exclusivamente para autores de blogues vínicos.
Estiveram presentes 11 "bloguistas", responsáveis por 9 blogues, alguns já desaparecidos.
."Jantar com Vinhos da Madeira (5ª sessão)"
O núcleo duro dos Vinhos da Madeira reuniu-se na saudosa Enoteca de Belém para mais um jantar vínico, onde foram degustados 10 vinhos, 5 dos quais eram Madeira, destacando-se o Blandy Bual 1977 (nota 19).
."Novo Formato+ (5ª sessão)"
Também realizada na Enoteca de Belém, esta sessão foi da minha responsabilidade, tendo posto à prova 7 vinhos da minha garrafeira (3 brancos 2008, 3 tintos 2007 e 1 Porto Colheita).
Os tintos foram pensados como uma homenagem aos nossos amigos Alvaro de Castro e Dirk Niepoort (PAPE, Robustus e DODA). Mas o vinho da noite foi o Burmester Colheita 1955 (nota 19).
."Jantar Quinta Chocapalha"
Organizado pela Néctar das Avenidas, decorreu no restaurante As Colunas e contou com a presença da produtora e enóloga Sandra Tavares da Silva.
."João Portugal Ramos e a Blogosfera"
Recordando uma inesquecível visita às instalações do produtor João Portugal Ramos, em Estremoz, com provas orientadas pelo anfitrião e almoço, exclusivamente para autores de blogues vínicos.
Estiveram presentes 11 "bloguistas", responsáveis por 9 blogues, alguns já desaparecidos.
."Jantar com Vinhos da Madeira (5ª sessão)"
O núcleo duro dos Vinhos da Madeira reuniu-se na saudosa Enoteca de Belém para mais um jantar vínico, onde foram degustados 10 vinhos, 5 dos quais eram Madeira, destacando-se o Blandy Bual 1977 (nota 19).
."Novo Formato+ (5ª sessão)"
Também realizada na Enoteca de Belém, esta sessão foi da minha responsabilidade, tendo posto à prova 7 vinhos da minha garrafeira (3 brancos 2008, 3 tintos 2007 e 1 Porto Colheita).
Os tintos foram pensados como uma homenagem aos nossos amigos Alvaro de Castro e Dirk Niepoort (PAPE, Robustus e DODA). Mas o vinho da noite foi o Burmester Colheita 1955 (nota 19).
."Jantar Quinta Chocapalha"
Organizado pela Néctar das Avenidas, decorreu no restaurante As Colunas e contou com a presença da produtora e enóloga Sandra Tavares da Silva.
terça-feira, 30 de junho de 2020
A minha biblioteca vínica (XIII) : os livros de Hugh Johnson
Hugh Johnson, autor britânico especializado na área vínica, tem uma vasta obra publicada ao longo da sua vida profissional e, ainda, uma loja em Londres (St James Street) onde eu comprei, há uma série de anos, o meu 1º saca-rolhas a sério que fazia parte da Hugh Johnson Colection, muitos anos antes de sonhar que iria ter uma loja no CCB, as Coisas do Arco do Vinho.
Dele tenho estes 4 livros:
1."Le Vin mode d'emploi" (Flammarion, 1985) com 143 páginas
Centrado no serviço do vinho, este livro contempla:
.Ouvrir une Bouteille
.Conserver le Vin
.Decanter et Servir
.Juger un Vin
.Les Types de Vin
.Les Vins et les Mets
.Tatiques au Restaurant
.Les Occasions Speciales
2."Une Histoire Mondiale du Vin - De l' Antiquité à nos jours" (Hachette, 1990) com 679 páginas
Uma obra de fôlego e de referência no mundo do vinho, dividida em 5 partes:
.La Naissance du Vin
.L' Epoppee du Vin
.L' Avenement des Grands Vins
.L' Age d' Or
.Les Nouveaux Defis
3."L' Art du Vin dans le Monde - Techniques et Savoir Faire" em parceria com James Halliday (Hachette, 1992) com 232 páginas
Outra obra de fôlego, organizada em 3 grandes partes, cada uma com vários capítulos:
.Dans le Vignoble (9 capítulos)
.Dans la Cuverie (11 capítulos)
.Dans la Bouteille (4 capítulos)
4."Wine Journal" (Mitchell Beazley, 2011) com 191 páginas
É mais um livro de registo dos néctares que mais nos impressionaram, antecedido de notas informativas para cada tipo de vinhos. Curiosamente a fotografia incluída numa das páginas dedicada aos vinhos do Porto, não é de nenhuma casa de famílias inglesas, mas sim a do Pintas Vintage 2003!
Dele tenho estes 4 livros:
1."Le Vin mode d'emploi" (Flammarion, 1985) com 143 páginas
Centrado no serviço do vinho, este livro contempla:
.Ouvrir une Bouteille
.Conserver le Vin
.Decanter et Servir
.Juger un Vin
.Les Types de Vin
.Les Vins et les Mets
.Tatiques au Restaurant
.Les Occasions Speciales
2."Une Histoire Mondiale du Vin - De l' Antiquité à nos jours" (Hachette, 1990) com 679 páginas
Uma obra de fôlego e de referência no mundo do vinho, dividida em 5 partes:
.La Naissance du Vin
.L' Epoppee du Vin
.L' Avenement des Grands Vins
.L' Age d' Or
.Les Nouveaux Defis
3."L' Art du Vin dans le Monde - Techniques et Savoir Faire" em parceria com James Halliday (Hachette, 1992) com 232 páginas
Outra obra de fôlego, organizada em 3 grandes partes, cada uma com vários capítulos:
.Dans le Vignoble (9 capítulos)
.Dans la Cuverie (11 capítulos)
.Dans la Bouteille (4 capítulos)
4."Wine Journal" (Mitchell Beazley, 2011) com 191 páginas
É mais um livro de registo dos néctares que mais nos impressionaram, antecedido de notas informativas para cada tipo de vinhos. Curiosamente a fotografia incluída numa das páginas dedicada aos vinhos do Porto, não é de nenhuma casa de famílias inglesas, mas sim a do Pintas Vintage 2003!
quinta-feira, 25 de junho de 2020
Espaços de restauração revisitados em tempo de desconfinamento
1.Fidalgo - 4,5 *
Não me canso de revisitar este baluarte de comida de tacho, já aqui referido por diversas vezes, em:
."Campo de Ourique, o Dirk, o Fidalgo e (...)"
."Curtas (CXVII) : Dão Capital e 4 espaços de restauração revisitados"
."Curtas (CXIX) : Lampreia no Hotel Mundial e espaços revisitados"
Nesta última ida, partilhei as entradas (coxinhas de frango e chamuças) e o prato (o imperdível arroz de línguas de bacalhau com grelos).
A acompanhar uma cerveja semi-artesanal, a 1927 Bengal Amber IPA (nota 4,5).
Não me canso de revisitar este baluarte de comida de tacho, já aqui referido por diversas vezes, em:
."Campo de Ourique, o Dirk, o Fidalgo e (...)"
."Curtas (CXVII) : Dão Capital e 4 espaços de restauração revisitados"
."Curtas (CXIX) : Lampreia no Hotel Mundial e espaços revisitados"
Nesta última ida, partilhei as entradas (coxinhas de frango e chamuças) e o prato (o imperdível arroz de línguas de bacalhau com grelos).
A acompanhar uma cerveja semi-artesanal, a 1927 Bengal Amber IPA (nota 4,5).
Serviço de acordo com as normas da DGS.
A voltar, sempre!
A voltar, sempre!
2.Marisco na Praça - 4 *
Este espaço de restauração é o meu refúgio em Cascais (há outro idêntico na Marina que não conheço) e já o referi na crónica
Rigorosamente organizado de acordo com as recomendações da DGS, um batalhão de empregados (em determinada altura, excedia o nº de clientes) e serviço despachado.
Partilhámos conquilhas grelhadas, salada de polvo, croquetes, caril de gambas e tarte blatter, tudo saborosíssimo e em quantidades generosas.
A acompanhar ( e com alguma falta de imaginação) a mesma 1927 Bengal Amber IPA, uma das 5 torneiras aqui presentes.
A voltar, sempre!
3.Café Império Restelo - 3,5 *
Já conheço este espaço, bem perto da minha casa, mas nunca calhou referi-lo aqui no blogue.
Cumpridas rigorosamente as directivas da DGS, tendo o cuidado de desinfectar as mesas e cadeiras da esplanada, onde almocei.
A ementa não é muito apelativa, tendo comido um risotto de gambas e caril, saboroso mas demasiado pesado para esta altura do ano. Quanto à carta de vinhos, não tive a oportunidade de a inventariar.
Fiquei-me pela semi-artesanal da Sagres, a Bohemia Original, por sinal bem agradável (nota 4).
Serviço eficiente, mas distante.
terça-feira, 23 de junho de 2020
Grupo dos 3 (72ª sessão) : a hora dos Alvarinhos
Quatro meses depois, este núcleo duro de enófilos (Juca, João Quintela e eu) voltou a reunir-se para mais uma prova cega, a primeira em tempos de Covid - 19. Os vinhos vieram da garrafeira do João que escolheu o Magano, um espaço de restauração que dá sempre garantias de boa comida e serviço de vinhos adequado.
Desfilaram:
.Soalheiro Alvarinho 2011 - alguma evolução na cor, fruta de caroço, notas tropicais, alguma acidez e gordura, volume acentuado e final de boca médio (12,5 % vol.). Gastronómico, precisa de comida por perto. Nota 17,5 (provadas noutras situações mais 7 garrafas, com notas entre 17,5 e 18).
.Portal do Fidalgo Alvarinho 2011 - fresco, cítrico e mineral, equilibrio acidez/gordura, muita juventude para a idade, algum volume e final de boca muito longo (12,5 % vol.). Elegante e complexo, acompanha bem uma refeição inteira. Nota 18 (provadas noutras situações mais 5 garrafas, com notas entre 17,5+ e 18).
Estes 2 brancos acompanharam algumas entradas leves e, ainda, uma entrada (umas saborosíssimas lulas fritas à Algarvia) e o prato principal (sopa de tomate com garoupa e ovos escalfados, onde o tomate abafava o resto).
.Casa da Passarella O Fugitivo Colheita Tardia 2010 - presença de citrinos, fresco, alguma acidez e doçura, volume mediano e final de boca curto (12,5 % vol.). Demasiado "light" desiludiu. Nota 16.
Acompanhou doçaria conventual diversa.
A 1ª sessão de desconfinamento, valeu pelos Alvarinhos 2011, especialmente o Portal do Fidalgo, pleno de juventude. Obrigado João!
Desfilaram:
.Soalheiro Alvarinho 2011 - alguma evolução na cor, fruta de caroço, notas tropicais, alguma acidez e gordura, volume acentuado e final de boca médio (12,5 % vol.). Gastronómico, precisa de comida por perto. Nota 17,5 (provadas noutras situações mais 7 garrafas, com notas entre 17,5 e 18).
.Portal do Fidalgo Alvarinho 2011 - fresco, cítrico e mineral, equilibrio acidez/gordura, muita juventude para a idade, algum volume e final de boca muito longo (12,5 % vol.). Elegante e complexo, acompanha bem uma refeição inteira. Nota 18 (provadas noutras situações mais 5 garrafas, com notas entre 17,5+ e 18).
Estes 2 brancos acompanharam algumas entradas leves e, ainda, uma entrada (umas saborosíssimas lulas fritas à Algarvia) e o prato principal (sopa de tomate com garoupa e ovos escalfados, onde o tomate abafava o resto).
.Casa da Passarella O Fugitivo Colheita Tardia 2010 - presença de citrinos, fresco, alguma acidez e doçura, volume mediano e final de boca curto (12,5 % vol.). Demasiado "light" desiludiu. Nota 16.
Acompanhou doçaria conventual diversa.
A 1ª sessão de desconfinamento, valeu pelos Alvarinhos 2011, especialmente o Portal do Fidalgo, pleno de juventude. Obrigado João!
domingo, 21 de junho de 2020
A minha biblioteca vínica (XII) : os livros de Emile Peynaud
Emile Peynaud, considerado o pai da enologia moderna, foi enólogo, investigador, consultor de dezenas de produtores e professor na Universidade de Bordéus. Da sua obra publicada, possuo estes 4 livros:
1."Conhecer e trabalhar o Vinho" (editado por LTC - livros técnicos e científicos, 1982) com 347 páginas
Este livro, muito técnico, está organizado em 8 partes:
.A degustação e a composição do vinho
.A maturação da uva e das vindimas
.Microbiologia do vinho e fermentações
.As vinificações
.Conservação e envelhecimento
.Limpidez e clarificação dos vinhos
.Processos de estabilização dos vinhos
.Acondicionamento dos vinhos em garrafas
2."Le Vin et les Jours" (editora Dunod, 1988) com 367 páginas
Esta obra desdobra-se em 5 capítulos:
.Le Savoir et le Savoir-Faire
.Les Leçons de l' Histoire
.Vendanges et Vinificateurs
.Travail du Raisin et du Vin
.Parler du Vin
3."Oenologue dans le Siècle"
Este livro reproduz uma longa entrevista conduzida por Michell Guillard, director da publicação "L' Amateur de Bordeaux", percorrendo os 60 anos de vida profissional de Emile Peynaud.
Curiosamente, o entrevistado refere a sua presença em Portugal, onde veio a pedido da Casa Ferreirinha para ajudar a resolver uma questão técnica relacionada com a vinificação dos vinhos verdes, tendo aproveitado a ocasião para provar Vinho do Porto, uma das suas paixões.
4."O Gosto do Vinho - o grande livro da prova" em parceria com Jacques Blouin (Litexa Editora, 1997) com 275 páginas
Esta obra é um autêntico tratado da prova e do serviço de vinhos, que todos os enófilos, militantes ou não, deveriam conhecer, abrangendo as seguintes questões:
.A ciência da prova e a sua utilidade
.Mecanismos e mensagens dos sentidos
.A vista e o exame visual
.O olfacto e os aromas
.O gosto e os sabores
.Dificuldades da prova e equívocos dos sentidos
.Técnicas de prova
.Interpretação dos testes gustativos
.Os equilíbrios dos aromas e dos sabores
.Características dos vinhos e vocabulário da prova
.A formação de provadores
.A qualidade e as qualidades dos vinhos
.O saber beber
1."Conhecer e trabalhar o Vinho" (editado por LTC - livros técnicos e científicos, 1982) com 347 páginas
Este livro, muito técnico, está organizado em 8 partes:
.A degustação e a composição do vinho
.A maturação da uva e das vindimas
.Microbiologia do vinho e fermentações
.As vinificações
.Conservação e envelhecimento
.Limpidez e clarificação dos vinhos
.Processos de estabilização dos vinhos
.Acondicionamento dos vinhos em garrafas
2."Le Vin et les Jours" (editora Dunod, 1988) com 367 páginas
Esta obra desdobra-se em 5 capítulos:
.Le Savoir et le Savoir-Faire
.Les Leçons de l' Histoire
.Vendanges et Vinificateurs
.Travail du Raisin et du Vin
.Parler du Vin
3."Oenologue dans le Siècle"
Este livro reproduz uma longa entrevista conduzida por Michell Guillard, director da publicação "L' Amateur de Bordeaux", percorrendo os 60 anos de vida profissional de Emile Peynaud.
Curiosamente, o entrevistado refere a sua presença em Portugal, onde veio a pedido da Casa Ferreirinha para ajudar a resolver uma questão técnica relacionada com a vinificação dos vinhos verdes, tendo aproveitado a ocasião para provar Vinho do Porto, uma das suas paixões.
4."O Gosto do Vinho - o grande livro da prova" em parceria com Jacques Blouin (Litexa Editora, 1997) com 275 páginas
Esta obra é um autêntico tratado da prova e do serviço de vinhos, que todos os enófilos, militantes ou não, deveriam conhecer, abrangendo as seguintes questões:
.A ciência da prova e a sua utilidade
.Mecanismos e mensagens dos sentidos
.A vista e o exame visual
.O olfacto e os aromas
.O gosto e os sabores
.Dificuldades da prova e equívocos dos sentidos
.Técnicas de prova
.Interpretação dos testes gustativos
.Os equilíbrios dos aromas e dos sabores
.Características dos vinhos e vocabulário da prova
.A formação de provadores
.A qualidade e as qualidades dos vinhos
.O saber beber
quinta-feira, 18 de junho de 2020
Prova - Enoteca Restelo - 4,5 *
Este espaço no Restelo (Rua Duarte Pacheco Pereira, 9-E) onde se pode almoçar, jantar, petiscar ou apenas comprar uma garrafa ou um produto de mercearia fina, já foi aqui referido nas crónicas:
."Curtas (XCIX) : (...) e Prova - Enoteca"
."Prova - Enoteca Restelo revisitada"
Voltei a revisitá-lo, agora em tempos de Covid-19. Mesas despojadas e pratos, talheres e copos só na mesa, quando os clientes se sentam. Tudo de acordo com as regras da DGS.
À imagem e semelhança do Sabores d' Itália, também este espaço é comandado por um casal (a Ana Paula nos tachos e o José Marques na sala), bem simpático por sinal.
Partilhei uma eclética e gastronómica tiborna sub-dividida em 4 (cogumelos shiitake, cavala com pesto, farinheira com mel e queijo de cabra com nozes), seguida de um saborosíssimo caril de gambas, já não havendo espaço para a sobremesa.
Para acompanhar resisti a beber um copo de vinho e optei por uma cerveja artesanal acabada de chegar ao mercado, a MiMi Grape Ale da Herdade do Rocim (mais um produtor de vinho a apostar neste tipo de bebida), com mosto de uva Antão Vaz fermentado em ânforas e 7,9º de álcool.
A selecção de vinhos, referida nas crónicas anteriores, é criteriosa e nada óbvia (já aqui comprei vinhos que não são fáceis de encontrar no mercado).
Foi mais uma boa jornada gastronómica, com um serviço deveras profissional e simpático.
Apenas de lamentar que no dia em que almoçámos, só estávamos os 2, uma injustiça!
Em conclusão, recomendo e tenciono voltar para comer, beber e comprar produtos gourmet.
."Curtas (XCIX) : (...) e Prova - Enoteca"
."Prova - Enoteca Restelo revisitada"
Voltei a revisitá-lo, agora em tempos de Covid-19. Mesas despojadas e pratos, talheres e copos só na mesa, quando os clientes se sentam. Tudo de acordo com as regras da DGS.
À imagem e semelhança do Sabores d' Itália, também este espaço é comandado por um casal (a Ana Paula nos tachos e o José Marques na sala), bem simpático por sinal.
Partilhei uma eclética e gastronómica tiborna sub-dividida em 4 (cogumelos shiitake, cavala com pesto, farinheira com mel e queijo de cabra com nozes), seguida de um saborosíssimo caril de gambas, já não havendo espaço para a sobremesa.
Para acompanhar resisti a beber um copo de vinho e optei por uma cerveja artesanal acabada de chegar ao mercado, a MiMi Grape Ale da Herdade do Rocim (mais um produtor de vinho a apostar neste tipo de bebida), com mosto de uva Antão Vaz fermentado em ânforas e 7,9º de álcool.
A selecção de vinhos, referida nas crónicas anteriores, é criteriosa e nada óbvia (já aqui comprei vinhos que não são fáceis de encontrar no mercado).
Foi mais uma boa jornada gastronómica, com um serviço deveras profissional e simpático.
Apenas de lamentar que no dia em que almoçámos, só estávamos os 2, uma injustiça!
Em conclusão, recomendo e tenciono voltar para comer, beber e comprar produtos gourmet.
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