Nesta última sessão, este grupo de enófilos da linha dura voltou ao local do "crime", isto é, ao restaurante Via Graça, o local da 1ª sessão e onde o grupo se institucionalizou.
Desfilaram:
.Encontro 1 2013 (levado por mim) - 92 pontos no Parker e 91 na Wine Enthusiast; com base na casta Arinto (100 %), estagiou 3 meses em barrica; nariz austero, citrinos e fruta madura, bom equilibrio entre a acidez e a gordura, volume e final de boca assinaláveis. Um branco de guarda com 13,5 % vol. Nota 17,5+.
.Campolargo Bical 2015 (levado pelo João) - com base na casta Bical (100 %), estagiou em tonel (50%) e barrica (50 %); muito frutado, aromas e sabores primários, alguma acidez, volume e final de boca médios (11,5 % vol.). Nota 17.
Estes 2 brancos acompanharam o couvert (selecção de pães e patés), croquetes , salada de polvo e um excepcional robalo do mar ao sal.
.Pai Abel 2009 (levado pelo J.Rosa) - com base na casta Baga (80 %), estagiou 7/8 meses em madeira; nariz afirmativo, ainda com fruta, acidez equilibrada, especiado, volume e final de boca notáveis (14,5 % vol.). A beber nos próximos 8 a 10 anos. Nota 18,5.
.Qtª da Falorca Garrafeira 2009 (levado pelo Frederico) - 95 pontos no Parker; com base em vinhas velhas, estagiou 24 meses em barrica; ainda muito fresco e frutado, acidez e complexidade, elegante e especiado, bom volume e final de boca muito longo (14 % vol.). A beber nos próximos 10 a 12 anos. Nota 18,5+.
.Villa Oliveira Touriga Nacional 2009 (levado pelo Juca, garrafa nº 26/2500) - estagiou 18 meses em barricas de carvalho francês; notas florais, fresco e elegante, bela acidez, algum volume e final de boca (13,5 % vol.). A beber nos próximos 6/7 anos. Nota 18.
Estes 3 tintos harmonizaram com um pernil de porco no forno.
.Qtª do Noval Vintage 1970 ( saído da garrafeira do Adelino) - cor próxima de um tawny, ainda com alguma fruta, acidez no ponto, taninos de veludo, equilibrio e elegância, volume e final de boca assinaláveis. Nota 18,5.
Maridou com uma tábua de queijos (Serpa, Azeitão e Serra).
.Artur Barros e Sousa Verdelho Velho 1965 (idem) - aroma intenso, frutos secos, iodo, brandy e vinagrinho, taninos bem presentes, volume considerável e final de boca interminável. Nota 19.
Casou com doce de ovos e gelado de baunilha.
Mais uma grande sessão de convívio, boa gastronomia e grandes vinhos (todos em copos Riedel). Uma palavra final para o serviço de vinhos, a cargo do escanção e chefe de sala, Fernando Zacarias, a merecer nota alta.
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