sábado, 22 de dezembro de 2018

Vinhos em família (XCIII) : um grande Douro nada badalado

Mais uns tantos vinhos provados em família, com os rótulos à vista e sem a pressão da prova cega.
E eles foram:
.Casas do Côro Reserva 2015 (Beira Interior) - enologia de Dirk Niepoort; com base em vinhas velhas a 600 metros de altitude; aroma contido, fresco e mineral, presença de citrinos, alguma acidez e gordura, volume e final de boca (13,5 % vol.). Elegância e personalidade. Nota 17,5.
.Vértice Grande Reserva 2015 - engarrafado em Julho 2017; presença de citrinos e fruta cozida, alguma oxidação precoce, equilibrio entre a acidez e a gordura, algum volume e final de boca médio (13,5 % vol.). Gastronómico. Nota 17.
.Olho no Pé Reserva Vinhas Velhas 2011 - estagiou 40 meses em barrica; nariz contido, ainda com fruta, acidez no ponto, notas especiadas, alguma complexidade, taninos civilizados, volume e final de boca médios (13,5 % vol.). A beber nos próximos 2/3 anos. Nota 17,5 (noutras situações 18/17).
.Qtª do Grifo Grande Reserva 2011 (Rozes) - com base nas castas Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinto Cão e Sousão, estagiou 16 meses em barrica; nariz mais exuberante e complexo, ainda com fruta, acidez equilibrada, especiado, taninos bem presentes mas civilizados, bom volume e final de boca persistente (14 % vol.). Um grande Douro pouco ou nada badalados pela crítica. A beber nos próximos 7/8 anos. Nota 18,5.

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